artigos.publicados
Mostrar mensagens com a etiqueta Banca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Banca. Mostrar todas as mensagens

30 de novembro de 2010

Plano de resgate da banca. . . haverá água suficiente?


Bank rescue plan . . . is there enough water?

17 de novembro de 2010

CASO BPN: ESCÂNDALO E IMPUNIDADE

9 . 7 1 0 . 5 3 9 . 9 4 0 , 0 9 € 
(NOVE-MIL-SETECENTOS-E-DEZ-MILHÕES-DE-EUROS)

CASO BPN: ESCÂNDALO E IMPUNIDADE

A burla cometida no BPN não tem precedentes na história de Portugal!!!

O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza.

Com 9.710.539.940,09 € (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS.....) poderíamos:

Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).

Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.

Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.

Construir 5 pontes para travessia do Tejo.

Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.

Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4.850 carrinhas de transporte de valores!

Assim, talvez já se perceba melhor o que está em causa.

Distribuído pelos 10 milhões de portugueses, caberia a cada um cerca de 971 €!!!

Então e os Dias Loureiro e os Arlindos de Carvalho onde andam?!

E que tamanho deveria ter a prisão para albergar esta gente?!

Pequenina, mesmo muito piquenina, tipo gaiola de galináceos...

via email

20 de abril de 2010

CRISE NA DÍVIDA PÚBLICA

Bruxelas acusa bancos de empurrar Portugal para a falência
por Luís Reis Ribeiro, Publicado em 20 de Abril de 2010

É certo que os países tem problemas crónicos, mas a Comissão Europeia também acusa os grandes bancos de investimento e hedge funds de agravarem as condições de financiamento

Portugal e Grécia têm culpas directas na derrocada da confiança dos investidores nas respectivas dívidas nacionais, mas os grandes bancos de investimento mundiais e os fundos de alto risco (hedge funds), que especulam sobre o valor da dívida pública dos países e lucram com isso, também não saem bem na fotografia. Segundo a Comissão Europeia, estas empresas estão a contribuir para o descarrilamento das taxas de juro, agravando a situação financeira já de si debilitada dos governos e respectivas economias.

Fonte oficial do comissário europeu dos Serviços Financeiros, Michel Barnier, explicou ao i que "não nos cabe a nós dizer quais as instituições envolvidas [de forma activa, nos negócios com a dívida pública e com derivados para cobertura do risco]", mas aponta o dedo aos "grandes bancos de investimento e hedge funds" que estão a alimentar a instabilidade dos mercados.

Segundo a sua porta-voz, Michel Barnier "acredita fortemente que precisamos de pôr um ponto final a anos de escuridão, opacidade e comportamento secreto" na área dos derivados.

Um dos maiores bancos do mundo, o Citigroup, anunciou ontem lucros de 3,7 mil milhões de euros no primeiro trimestre, o melhor resultado desde o início da crise financeira - o ressurgimento do mercado das obrigações foi um dos factores-chave nos bons resultados do banco.

Ontem, o secretário de Estado do Orçamento, Emanuel Santos, observou à TSF que "o apetite dos mercados não desaparece e há sempre tentações para atingir outros países". Para o governante, "o objectivo dos mercados é o lucro" e "portanto, se a Grécia não lhes chega, eles preparam-se para tentar colar à Grécia situações que não são iguais para tirarem partido dos spreads mais elevados", disse, referindo-se implicitamente a Portugal.

Os produtos financeiros problemáticos servem para cobrir os supostos riscos associados a outros activos - por exemplo, os CDS (Credit Default Swap) são muito usados para cobrir o risco das dívidas públicas, sobretudo as dos países mais fragilizados com a crise financeira e económica, como Grécia e Portugal. Estes seguros (CDS) cobrem o risco de incumprimento ou mesmo de falência das nações. O problema (para os contribuintes) é que, em muitos casos, quanto maior o risco e quanto pior estiver o país, mais ganham os investidores. Portanto, existem incentivos crescentes em fazer descarrilar os Estados. Portugal e Grécia acabam por ser os elos mais fracos da zona euro.

"Há neste momento duas verdades, duas metades do problema. A primeira: nós temos culpa porque nos pusemos a jeito com a evolução da situação económica nos últimos anos. Mas há outra: os inimigos do euro andam aí e há muitas pessoas que estão interessadas no fim da moeda única", constata Filipe Garcia, economista da consultora IMF.

Como e quando vai actuar a Comissão? O processo será complexo: "Temos de ver como é que os CDS estão a ser usados", refere a porta-voz de Barnier. Depois, "em Junho, faremos a nossa proposta sobre os derivados [CDS]", mas só em Outubro avançaremos com uma proposta autónoma que olhará especificamente para as vendas a descoberto [short selling] e outros aspectos em torno dos CDS".

A posição europeia terá de ser calibrada com os interesses da própria indústria e, sobretudo, com a vontade política do Reino Unido que, em Abril, provocou o adiamento dos avanços na regulação sobre os hedge funds. E terá de ser discutida com os restantes países mais ricos, nas próximas reuniões do G20. Uma acontecerá em Junho, no Canadá, outra em Novembro, Coreia do Sul.

Portugal e Grécia voltaram ontem a sentir grande hostilidade dos mercados, com os respectivos spreads [risco dos países] a disparar (ver texto ao lado) e a dificultar o financiamento da actividade interna. Há investidores, economistas e comentadores internacionais que acusam os países de terem cavado a sua própria sepultura nos últimos anos. Viveram a crédito e evoluíram pouco em termos económicos. Agora, que chegou a hora de pagar a factura, muitos levantam dúvidas sobre o músculo financeiro dessas nações e sobre a capacidade de irem ao mercado pedir emprestado.

A Grécia está bastante mal (os juros que estão a pedir ao país são exorbitantes), tendo Atenas aberto já a porta a uma possível utilização do pacto salvamento providenciado pela União Europeia e FMI. Segundo muitos especialistas, a Grécia está à beira da falência e Portugal já esteve mais longe.

A última investida foi de Simon Johnson. O antigo economista-chefe do FMI e colunista do "The New York Times", diz que Portugal vai ser "o próximo problema global". O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, ripostou: "São comentários reveladores de ignorância e que ilustram o preconceito céptico em relação ao euro". Em entrevista do "Jornal de Negócios", Johnson voltou à carga, acusando o governo de estar "em negação".

Retirado de ionline.pt

3 de março de 2010

PRÉMIOS

BANCO ESPÍRITO SANTO QUER REDUZIR BÓNUS ANUAIS
DOS GESTORES PARA 2% DOS LUCROS
Publicado em 03 de Março de 2010


O Banco Espírito Santo (BES) vai propor à assembleia geral uma alteração de estatutos que prevê a diminuição dos prémios anuais dos seus administradores a 2 por cento dos lucros obtidos pela instituição financeiro.

Os estatutos do banco - artigo 24º - contemplam que "à remuneração fixa poderá acrescer, no caso de membros da Comissão Executiva, uma remuneração variável correspondente a uma percentagem dos lucros consolidados da sociedade" que até aqui é de cinco por cento.

A alteração agora proposta é que "a percentagem global destinada aos administradores membros da Comissão Executiva não poderá exceder, em cada ano, dois por cento dos lucros consolidados do exercício".

A redução dos prémios será votada na assembleia geral anual do banco, marcado para o próximo dia 06 de abril.

O BES anunciou um resultado líquido de 522 milhões de euros em 2009, mais 30 por cento que em 2008.

Assim, tendo em conta os resultados do ano passado e caso esta alteração já estivesse a vigorar, o 'bolo' para a atribuição de prémios diminuía em 15,66 milhões de euros. Ou seja, o total destes bónus passava de 26,1 milhões de euros, ao teto máximo de 5 por cento, para 10,44 milhões tendo em conta a imposição de 2 por cento.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Retirado de ionline.pt

BÓNUS

HORÁCIO ROQUE DIZ QUE TAXA DE 50% SOBRE BÓNUS 
"É UM ATAQUE AOS BANCOS"

por Agência Lusa, Publicado em 03 de Março de 2010

O presidente do Grupo Banif, Horácio Roque, considerou hoje que a taxa de 50 por cento de imposto aos bónus, que o Governo quer aplicar em 2010, "é um ataque aos bancos".

"É uma medida injusta. Uma medida política, demagógica. É um ataque aos bancos", atirou Horácio Roque, quando questionado pelos jornalistas se concordava com o imposto que o Governo quer aplicar aos prémios atribuídos no setor financeiro.

O banqueiro reforçou que "a aversão em relação à banca é incompreensível, a não ser que os políticos não queiram bancos em Portugal".

Roque salientou que a banca é um dos maiores empregadores do país, sempre pagou os salários e que "custou sempre menos ao Estado do que outros setores", numa alusão às ajudas governamentais dadas às empresas não financeiras para ultrapassarem a crise internacional.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico


Retirado de ionline.pt

18 de fevereiro de 2010

DESVIO DE VALORES

Angola

MAIS DE 10 MILHÕES DESVIADOS
DO BANCO NACIONAL DE ANGOLA ESTÃO EM PORTUGAL
por Agência Lusa, Publicado em 18 de Fevereiro de 2010

Mais de 15 milhões de dólares (10,9 milhões de euros) dos 137 milhões desviados do Banco Nacional de Angola (BNA) e do Ministério das Finanças entre setembro e novembro de 2009, estão em Portugal, informou o Procurador-Geral da República angolano.

Numa entrevista à Televisão Pública de Angola e à agência de notícias estatal, Angop, na quarta feira, João Maria de Sousa atualizou os dados sobre a investigação em curso, que já levou à detenção de duas dezenas de pessoas, apontando que, em vez dos 100 milhões, a verba desviada ascende a 137 milhões de dólares (100,8 milhões de euros).

João Maria de Sousa explicou ainda que dos 137 milhões, 98 já foram recuperados e que os 15 milhões (11 milhões de euros) que permanecem em Portugal, embora sem especificar onde, estão seguros e foram detetados no âmbitos da colaboração entre as autoridades judiciais portuguesas e angolanas.

O PGR angolano afirmou ainda que apenas 18 dos 21 suspeitos de envolvimento no desvio de fundos do BNA estão detidos desde que a investigação arrancou, em novembro de 2009.

Confirmado está ainda, pelo próprio PGR nesta entrevista à imprensa estatal angolana, que um lote de bens materiais foi apreendido aos suspeitos de envolvimento no crime de desvio de fundos públicos.

João Maria de Sousa aproveitou também para esclarecer que está em curso outro processo de investigação relativo ao furto de valores do Banco Nacional de Angola, que não implica transferência de verbas para o exterior como o primeiro processo, que resultou na detenção de nove pessoas.

Este processo, investigado pela PGR e pela Direcção Nacional de Investigação Criminal angolana foi o primeiro a emergir com destaque depois de o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, ter declarado "tolerância zero" à corrupção.

O Presidente angolano, no seguimento desta aposta, fez aprovar em Conselho de Ministros uma nova lei, denominada Lei da Probidade Administrativa, na semana passada, que apontou como sendo uma nova etapa no combate à corrupção em Angola para a qual prometeu um combate sem tréguas, garantindo que os autores de enriquecimento ilícito serão perseguidos judicialmente.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Retirado de ionline.pt